Mundo
Trump anuncia encerramento do Kennedy Center durante os próximos dois anos
O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou no passado domingo, o encerramento do centro cultural John F. Kennedy, durante dois anos, a partir de 4 de julho.
Trump justifica o encerramento temporário alegando necessidade de reformas para transformar o centro na “melhor instalação de artes cênicas do mundo”. Acrescentou ainda que o Kennedy Center está em “más condições, tanto financeiras quanto estruturais, há muitos anos", segundo o jornal britânico The Guardian.
O comunicado foi feito através rede social Truth Social do presidente norte-americano. “Determinei que a maneira mais rápida de levar o Trump-Kennedy Center ao mais alto nível de sucesso, beleza e grandeza é cessar as operações de entretenimento por um período de aproximadamente dois anos”, escreveu.
O complexo artístico irá encerrar suas portas a partir de 4 de julho, data que marca o 250º aniversário da independência dos Estados Unidos. Donald Trump iniciou a sua tomada de posse do Kennedy Center em fevereiro de 2025, reformulando o conselho administrativo.
Em resposta à reforma governamental do presidente norte-americano, vários artistas cancelaram espetáculos no Kennedy Center.
A atriz e produtora Issa Rae, Rhiannon Giddens, Peter Wolf e a banda de rock Low Cut Connie são alguns dos artigos que cancelaram as suas apresentações no Kennedy Center.
O compositor americano Philip Glass, faz também parte do leque destes artistas ao ter cancelado a estreia mundial da sua sinfonia, Lincoln, no centro, referindo que “os valores do Kennedy Center estão, neste momento, em conflito direto com a mensagem da sinfonia”.
O comunicado acontece num período de diminuição em níveis recorde, das vendas de bilhetes e vários cancelamentos de apresentações nos últimos meses, como resposta à reformulação da gestão do centro promovida por Trump.
Uma análise do The Washington Post, publicada em outubro do ano passado, revelou que a venda de bilhetes para o Kennedy Center caiu para os níveis mais baixos desde o início da pandemia. Nessa data, o presidente norte-americano falou sobre os seus planos para o local, afirmando que iria “garantir que seja bom e que não seja politicamente correto”. Não há mais espaço para o politicamente correto neste país”, referiu.
O Kennedy Center, localizado em Washington DC, recebia mais de 2.000 eventos por ano, e foi construído para ser um memorial vivo ao ex-presidente John F. Kennedy, de acordo com o jornal New York Times.
Em dezembro do ano passado, Washington renomeou o centro de Trump-Kennedy Center, decisão impulsionada pelo governo de Trump.
Embora a nova identidade já tenha sido implementada na página oficinal do centro, a mudança de nome levanta duvidas sobre a autoridade do concelho norte-americano para a alteração sem aprovação do Congresso.
O comunicado foi feito através rede social Truth Social do presidente norte-americano. “Determinei que a maneira mais rápida de levar o Trump-Kennedy Center ao mais alto nível de sucesso, beleza e grandeza é cessar as operações de entretenimento por um período de aproximadamente dois anos”, escreveu.
O complexo artístico irá encerrar suas portas a partir de 4 de julho, data que marca o 250º aniversário da independência dos Estados Unidos. Donald Trump iniciou a sua tomada de posse do Kennedy Center em fevereiro de 2025, reformulando o conselho administrativo.
Em resposta à reforma governamental do presidente norte-americano, vários artistas cancelaram espetáculos no Kennedy Center.
A atriz e produtora Issa Rae, Rhiannon Giddens, Peter Wolf e a banda de rock Low Cut Connie são alguns dos artigos que cancelaram as suas apresentações no Kennedy Center.
O compositor americano Philip Glass, faz também parte do leque destes artistas ao ter cancelado a estreia mundial da sua sinfonia, Lincoln, no centro, referindo que “os valores do Kennedy Center estão, neste momento, em conflito direto com a mensagem da sinfonia”.
O comunicado acontece num período de diminuição em níveis recorde, das vendas de bilhetes e vários cancelamentos de apresentações nos últimos meses, como resposta à reformulação da gestão do centro promovida por Trump.
Uma análise do The Washington Post, publicada em outubro do ano passado, revelou que a venda de bilhetes para o Kennedy Center caiu para os níveis mais baixos desde o início da pandemia. Nessa data, o presidente norte-americano falou sobre os seus planos para o local, afirmando que iria “garantir que seja bom e que não seja politicamente correto”. Não há mais espaço para o politicamente correto neste país”, referiu.
O Kennedy Center, localizado em Washington DC, recebia mais de 2.000 eventos por ano, e foi construído para ser um memorial vivo ao ex-presidente John F. Kennedy, de acordo com o jornal New York Times.
Em dezembro do ano passado, Washington renomeou o centro de Trump-Kennedy Center, decisão impulsionada pelo governo de Trump.
Embora a nova identidade já tenha sido implementada na página oficinal do centro, a mudança de nome levanta duvidas sobre a autoridade do concelho norte-americano para a alteração sem aprovação do Congresso.